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Não se conhece a origem da pintura denominada Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. Alguns historiadores indicam que o quadro teria sido pintado por uma artista grego, por volta do século XIII ou XIV. Sabe-se, porém, que ele pertencia a uma igreja na ilha de Creta, onde era venerado.
• O roubo do Quadro

Quando o comerciante morreu, o quadro ficou sob a guarda de uma família romana e foi nessa casa que Nossa Senhora apareceu a uma menina de seis anos e pediu que o quadro fosse colocado em
uma igreja onde ela deveria ser venerada com o título de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. Em outra aparição, Nossa Senhora indicou que gostaria que o quadro fosse colocado na Igreja de São Mateus, cuidada pelos padres agostinianos.
• O quadro foi esquecido
Então, o quadro foi entregue à igreja de São Mateus, no ano de 1499, onde permaneceu durante 300 anos. A Igreja tornou-se local de peregrinação e muitos que lá acorriam contavam graças recebidas por intermédio de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. Com a invasão de Roma pelos franceses, em fins do século XVIII, a igreja foi destruída e os religiosos agostinianos que ali trabalhavam levaram o ícone para outro lugar, onde ficou guardado e esquecido.
• Papa Pio IX confia o quadro aos Redentoristas
Em 19 de janeiro de 1866, o Papa Pio IX confiou o quadro de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro aos missionários redentoristas, com a especial recomendação: “Fazei que todo o mundo A conheça”. Para torná-lo conhecido e amado em todo o mundo outras cópias seguiram com esses missionários para a divulgação da devoção. Nossa Senhora do Perpétuo Socorro foi declarada Padroeira dos Redentoristas, cuja a festa é celebrada no dia 27 de junho.
" O verdadeiro Devoto de Maria Nunca se Perde" - Santo Afonso Maria de Ligório Fonte: santuário perpetuo socorro Diego Rodrigues - PasCom




Solenidade de Pentecostes

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O documentário traz desde o momento da saída de Bento XVI do Palácio Apostólico até seu retorno ao Vaticano, com imagens inéditas e exclusivas produzidas pelo Centro Televisivo Vaticano. Com uma linguagem simples e direta, a história da passagem do Papa pelo Brasil é narrada por quem viveu aqueles momentos mais intensos ao lado de Bento XVI.
Dom Raymundo Damasceno Assis, Dom Odilo Pedro Scherer e Dom Cláudio Hummes conduzem a narrativa, estruturada com base nos principais pontos de cada evento com a presença do Papa. Frei Hans Stapel e “Nelsinho”, os fundadores da Fazenda Esperança também narram os momentos de profunda alegria que viveram durante a visita do Papa.
O trailer do documentário já foi exibido durante a 50° Assembleia Geral da CNBB, que aconteceu no mês passado, em Aparecida, e agora está disponível no Youtube.
“A aclamação dos bispos presentes na Assembleia ao final da exibição nos deixou emocionados. Resgatar e reunir os episódios da passagem do Papa Bento XVI pelo nosso país foi um trabalho difícil. Contudo, agora temos a certeza de que essa histórica viagem ficará imortalizada neste documento”, diz Pe. Cesar Augusto dos Santos, responsável pelo Programa Brasileiro da Rádio Vaticano.
A previsão é que o documentário, cujo nome ainda está sendo escolhido, seja lançado no próximo mês de julho, durante a ExpoCatólica 2012, em São Paulo.
Fonte: CNBB
O encontro (tanto para o clero como para os leigos) foi assessorado pelo Mons. Antônio Luiz Catelan Ferreira, assessor da Comissão Episcopal Pastoral para a Doutrina da Fé da CNBB. As Diretrizes, aprovadas pelos Bispos do Brasil no ano passado, indicam as grandes linhas por onde o trabalho evangelizador deverá ser orientado e expressam a vontade comum e a responsabilidade compartilhada dos Bispos pelos rumos da Igreja no Brasil. As Diretrizes têm um significado eclesial próprio e valem, não apenas para a CNBB e para os próprios Bispos, mas devem ser levadas em conta por todas as organizações da Igreja no Brasil. Elas apontam um desafio imenso, pois, em cada indicação, pedem o esforço de não nos assustarmos diante das transformações, mas, confiantes no Crucificado-Ressuscitado que tudo venceu, olharmos para o Horizonte novo, assumindo corajosamente o que a graça de Deus nos pede para os dias de hoje.


Nota da CNBB sobre o aborto de Feto “Anencefálico” Referente ao julgamento do Supremo Tribunal Federal sobre a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental nº 54A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB lamenta profundamente a decisão do Supremo Tribunal Federal que descriminalizou o aborto de feto com anencefalia ao julgar favorável a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental n. 54. Com esta decisão, a Suprema Corte parece não ter levado em conta a prerrogativa do Congresso Nacional cuja responsabilidade última é legislar. Os princípios da “inviolabilidade do direito à vida”, da “dignidade da pessoa humana” e da promoção do bem de todos, sem qualquer forma de discriminação (cf. art. 5°, caput; 1°, III e 3°, IV, Constituição Federal), referem-se tanto à mulher quanto aos fetos anencefálicos. Quando a vida não é respeitada, todos os outros direitos são menosprezados, e rompem-se as relações mais profundas. Legalizar o aborto de fetos com anencefalia, erroneamente diagnosticados como mortos cerebrais, é descartar um ser humano frágil e indefeso. A ética que proíbe a eliminação de um ser humano inocente, não aceita exceções. Os fetos anencefálicos, como todos os seres inocentes e frágeis, não podem ser descartados e nem ter seus direitos fundamentais vilipendiados! A gestação de uma criança com anencefalia é um drama para a família, especialmente para a mãe. Considerar que o aborto é a melhor opção para a mulher, além de negar o direito inviolável do nascituro, ignora as consequências psicológicas negativas para a mãe. Estado e a sociedade devem oferecer à gestante amparo e proteção Ao defender o direito à vida dos anencefálicos, a Igreja se fundamenta numa visão antropológica do ser humano, baseando-se em argumentos teológicos éticos, científicos e jurídicos. Exclui-se, portanto, qualquer argumentação que afirme tratar-se de ingerência da religião no Estado laico. A participação efetiva na defesa e na promoção da dignidade e liberdade humanas deve ser legitimamente assegurada também à Igreja. A Páscoa de Jesus que comemora a vitória da vida sobre a morte, nos inspira a reafirmar com convicção que a vida humana é sagrada e sua dignidade inviolável. Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, nos ajude em nossa missão de fazer ecoar a Palavra de Deus: “Escolhe, pois, a vida” (Dt 30,19). Cardeal Raymundo Damasceno Assis Arcebispo de Aparecida Presidente da CNBB Leonardo Ulrich Steiner Bispo Auxiliar de Brasília Secretário Geral da CNBB
Bento XVI completa 85 anos de vida e 7 de pontificado
“Nestes sete anos, vimos 23 viagens internacionais a 23 países, e 26 viagens na Itália; assistimos 4 Sínodos dos Bispos e 3 Jornadas Mundiais da Juventude; lemos três Encíclicas, inúmeros discursos e atos magisteriais; participamos de um Ano Paulino e de um Ano Sacerdotal. Por fim, vimos o Papa enfrentar com coragem, humildade e determinação – ou seja, com límpido espírito evangélico – situações difíceis como a crise consequente aos abusos sexuais”, avalia Lombardi. Ele recorda também a produção intelectual do cardeal Ratzinger, com as obras “Jesus de Nazaré” e o livro-entrevista “Luz do mundo”. “Da coerência e da constância de seus ensinamentos, aprendemos sobretudo que a prioridade de seu serviço à Igreja e à humanidade é orientar nossas vidas a Deus”, afirma padre Lombardi, que recorda os próximos eventos importantes da agenda do papa: o Encontro Mundial das Famílias, a visita ao Oriente Médio, o próximo Sínodo da Nova Evangelização e o Ano da Fé. O porta-voz da Santa Sé também destacou o tom do discurso do papa em seu pontificado, contrário ao relativismo e à indiferença religiosa. “A fé e a razão se ajudam mutuamente na busca da verdade e respondem às expectativas e dúvidas de cada um de nós e de toda a humanidade; que a indiferença a Deus e o relativismo são riscos gravíssimos de nossos tempos. Somos imensamente gratos por tudo isso”. Na oração do Regina Caeli deste Segundo Domingo da Páscoa, Bento XVI pediu aos fiéis que rezem por ele, para que o Senhor lhe dê as forças necessárias para cumprir a missão. O irmão do papa, Monsenhor George Ratzinger, que vive na Alemanha, está no Vaticano para acompanhar as celebrações destes dias.Fonte: CNBB
